A Imago Lisboa está na sua 7ª edição e é principal encontro para os amantes da fotografia, que se desenvolve nas sua multiplas dimensões. Reúne muitos artistas, essencialmente jovens com propostas curiosas em diferentes espaços de Lisboa. É necessário consultar o site para poder verificar todas as propostas, que inauguram em dias dispares e se perlongam no tempo em datas diferentes. Neste momento há exposições que já terminaram mas ainda há muita coisa para ver.

Este ano o festival de fotografia de Lisboa é dedicado a um dos temas mais prementes da atualidade: o racismo e a xenofobia, sob o mote “Quebrar o Silêncio – Caminhar Juntos” (Breaking the Silence – Walking Together). Ao abordar uma problemática social e política incontornável através da fotografia, o Imago reafirma o seu papel como ponto de convergência entre arte, cultura e cidadania. Esta edição pretende não apenas expor imagens, mas também estimular a consciência crítica, promover a empatia e contribuir para a construção de uma sociedade mais inclusiva.

O Imago Lisboa Integrado numa rede de festivais internacionais EMOP (European Month of Photography: Berlim; Bruxelas; Lisboa; Luxemburgo; Paris; Viena), o Imago desempenha um papel essencial no panorama cultural europeu, ampliando a visibilidade de jovens fotógrafos e fomentando o diálogo entre criadores, especialistas e o público.

Espaços expositivos que integram a Imago Lisboa : Jardins do Bombarda; Arquivo Municipal – Fotográfico; Carpintarias de São Lázaro; Galeria de Santa Maria Maior; Imago Garage + Galeria Imago e Procurarte.

Nesta esdição, destacamos o projeto expositivo The Journey: From Then to Now de Anne Nwakalor , nas Carpintarias de São Lázaro em Lisboa. A exposição segue uma trajetória histórica e contemporânea, começando por projetos que exploram o colonialismo e o seu impacto nas crenças ancestrais. Depois como este colonialismo examina a exploração e a mercantilização dos corpos das mulheres negras. E por fim explora com as heranças, destacando os seus efeitos duradouros.
